Após o Flamengo emitir uma nota expressando descontentamento com a arbitragem de Anderson Daronco no empate contra o Santos, o Palmeiras reagiu publicamente, considerando o posicionamento do rival como uma "estratégia antiquada". A declaração do Alviverde ocorreu nesta sexta-feira (9/10), onde, além de criticar o Flamengo, enfatizou a necessidade de um ambiente mais respeitoso no futebol.
Na nota, o Palmeiras destacou que a postura do Flamengo não surpreende, dado o histórico de condutas consideradas antiéticas pela atual gestão do clube carioca. O Alviverde lamentou que uma entidade tão relevante no cenário do futebol nacional recorra a táticas que, segundo eles, não são adequadas em um momento tão crucial da temporada.
O Flamengo alegou ter sido prejudicado em três ocasiões durante o jogo, especialmente no lance que resultou na expulsão de Jorginho e na consequente marcação do primeiro pênalti a favor do Santos. O clube rubro-negro ainda mencionou que o mesmo trio de arbitragem, que segundo eles cometeu erros, estará presente no clássico entre Palmeiras e Corinthians, marcado para o domingo (11/10). Essa partida é vista como crucial, uma vez que o Alviverde é um competidor direto pelo título.
O Palmeiras, em sua manifestação, apontou que a nota do Flamengo não apenas questiona a integridade das escalas da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), mas também busca constranger o árbitro Anderson Daronco. O Alviverde ressaltou que Daronco não deve carregar a pressão de situações anteriores ao apitar o clássico, e que ele merece atuar com a isenção e tranquilidade que a partida exige.
A nota oficial do Palmeiras ainda menciona que a CBF oferece canais institucionais para discutir decisões e condutas da arbitragem, e que cada clube deve se manifestar de forma responsável. O Palmeiras expressou seu repúdio a comunicados que ultrapassam os limites do debate saudável e que possam comprometer a credibilidade das competições.
Por fim, a equipe frisou a importância de avançar na construção de um ambiente de respeito mútuo entre as instituições e os profissionais do futebol, afirmando que a pressão sobre árbitros por meio de insinuações não contribui para esse processo.