A Justiça considerou que o tenente-coronel Batista e um primeiro-tenente tiveram participação indireta, devido à inobservância de procedimentos. O inquérito indicou que Vagner Tandu, motorista do coronel, retirou o armamento do quartel utilizando a caminhonete do oficial, com o auxílio do cabo Felipe Barbosa, que teria ajudado a desligar câmeras e desativar alarmes.
Após a retirada das armas, Felipe Costa restabeleceu o sistema de segurança e colocou um novo lacre na porta do depósito. As armas teriam sido negociadas com o Comando Vermelho (CV), mas a facção criminosa não se interessou pelas metralhadoras. O caso resultou na prisão de suspeitos e a condenação de dois civis pelo Superior Tribunal Militar (STM).
Diferentemente do incidente de 2023, o atual caso envolve um batalhão da Polícia Militar e permanece em fase de investigação. A corporação assegura que as diligências continuam em busca dos seis armamentos e para esclarecer as circunstâncias do extravio.