Após a repercussão do caso, a Meta revisou sua decisão e enviou uma mensagem à igreja confirmando que, após nova análise, concluiu que as atividades da conta estavam em conformidade com os Padrões da Comunidade em relação à integridade. A empresa reconheceu o erro e pediu desculpas pelo período em que o perfil ficou fora do ar.
Durante o tempo em que a conta estava desativada, a comunidade da igreja criou um novo perfil para continuar interagindo com seus seguidores. Com a restauração do acesso à conta original, a Igreja Alternativa planeja retomar suas publicações na conta @igrejaalternativa, enquanto mantém a nova conta ativa para assegurar a comunicação com seus fiéis.
A situação levantou debates sobre a liberdade de expressão e a postura das redes sociais em relação a conteúdos que abordam temas políticos e sociais. O caso da Igreja Alternativa destaca a importância do diálogo entre plataformas digitais e seus usuários, especialmente quando se trata de opiniões divergentes e críticas ao sistema político.
A Meta, ao reconhecer o erro, sinaliza uma disposição para ajustar suas políticas de moderação, refletindo a necessidade de um equilíbrio entre a proteção das diretrizes da comunidade e a liberdade de expressão dos usuários.