Outra solicitação é que os perfis do investigado sejam restabelecidos apenas após o término das eleições. Caso o TSE não acate o pedido de suspensão, a defesa requer que o investigado seja impedido de publicar novas ameaças ou conteúdos ilícitos contra Flávio, sob pena de multa diária.
Além das medidas solicitadas ao TSE, a defesa pede a condenação do investigado ao pagamento da multa de R$ 30 mil, argumentando que a publicação extrapola os limites da liberdade de manifestação e configura um ataque a um candidato durante o período eleitoral.
O caso também está sendo apurado na esfera criminal. Em uma decisão tomada no dia 15 de agosto, a Justiça de Minas Gerais autorizou a busca e apreensão de dispositivos eletrônicos do investigado, além da quebra de sigilo telemático e acesso aos dados armazenados. O homem prestou depoimento no mesmo dia da decisão.
Adicionalmente, a Justiça determinou que o investigado mantenha uma distância mínima de 500 metros de Flávio, de sua residência, de seus locais de trabalho e de eventos de campanha. Ele está proibido de contatar o senador, seja pessoalmente, por telefone, redes sociais ou aplicativos de mensagens. O descumprimento dessas medidas pode resultar em prisão preventiva.