O Brasil atingiu a marca de 700 mercados abertos para produtos agrícolas desde o início de 2023, conforme informações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O vice-presidente Geraldo Alckmin, do PSB, afirmou que o país tem potencial para se tornar o maior exportador do mundo até o final do ano, o que traria benefícios como mais empregos e renda, resultando em uma melhor qualidade de vida para a população.
Durante um evento que apresentou os dados sobre a abertura de novos mercados, Alckmin ressaltou que a situação global, marcada por conflitos e desaceleração econômica, não deve impedir o avanço do Brasil. "Quando abrimos mercado, quem ganha é a sociedade, com produtos mais baratos e de melhor qualidade", declarou o vice-presidente.
O governo destaca que essa abertura de mercados reflete a força das relações comerciais internacionais e a confiança no sistema de defesa agropecuária do Brasil. O trabalho voltado para a abertura de novos mercados visa transformar oportunidades em resultados concretos para os produtores rurais, cooperativas e agroindústrias, aumentando a geração de emprego e renda e a presença do agronegócio brasileiro no comércio exterior.
Até o momento, a abertura desses mercados já gerou aproximadamente US$ 4 bilhões para os produtores do país. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Márcio Elias Rosa, comemorou o cenário atual de crescimento no comércio exterior. Ele mencionou um aumento superior a 10% nas exportações brasileiras e destacou que o acordo entre Mercosul e União Europeia representa uma alta de 30% nas exportações.
Apesar das dificuldades enfrentadas, especialmente nas relações com os Estados Unidos (EUA), o Brasil mantém sua postura firme, sem abrir mão do diálogo e das negociações. Rosa afirmou que o governo não abandonará seu compromisso com o povo brasileiro em meio a pressões externas.