A quadrilha havia montado uma estrutura financeira complexa, dispersando o dinheiro extorquido em contas digitais de laranjas para dificultar o rastreamento bancário, enquanto continuavam a ameaçar novas vítimas diariamente. O nome da operação, "Arcanum", remete aos segredos que os praticantes de swing guardam a sete chaves, em um contexto onde o anonimato é fundamental.
Os investigados enfrentam acusações de extorsão, associação criminosa e divulgação não consentida de cenas de nudez, com penas que podem totalizar até 18 anos de prisão. A DRCC também emitiu uma nota orientando que pessoas que enfrentem situações semelhantes não cedam às pressões financeiras, interrompam o contato com os criminosos e busquem imediatamente a Polícia Civil para formalizar a denúncia.