Uma pesquisa realizada pela Quaest, divulgada nesta terça-feira (25/8), revela que Rayssa Furlan, ex-primeira-dama de Macapá e candidata pelo Podemos, lidera a disputa pelas duas vagas do Amapá no Senado Federal. De acordo com os dados, Rayssa Furlan possui 27% das intenções de voto na soma dos resultados para as primeiras e segundas vagas.
Na sequência, o senador Randolfe Rodrigues, do PT, aparece com 19%, enquanto Lucas Barreto, do PSD, registra 18%. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, os dois últimos candidatos estão tecnicamente empatados. As eleições para o Senado, que acontecerão em 2026, permitirão que cada eleitor vote em dois candidatos diferentes.
Os resultados da pesquisa consideram também os votos brancos, nulos e a porcentagem de indecisos, que somam 11%. A distribuição dos votos foi a seguinte: Rayssa Furlan (Podemos) com 27%, Randolfe Rodrigues (PT) com 19%, Lucas Barreto (PSD) com 18%, Alliny Serrão (União Brasil) com 9%, Acácio Favacho (MDB) com 7%, João Capiberibe (PSB) com 4%, e Hélio Silva (PCO), Joenilda Lenzi (DC) e Uzian Machado (DC) com 0%.
Quando questionados sobre a primeira vaga ao Senado, Rayssa Furlan mantém a liderança, alcançando 43% das intenções de voto. Randolfe Rodrigues obtém 22%, enquanto Lucas Barreto soma 10%. Alliny Serrão e Acácio Favacho aparecem com 7% e 4%, respectivamente. Os indecisos para essa vaga totalizam 9%, e os que optam por votar em branco ou nulo somam 2%.
Para a disputa da segunda vaga, Lucas Barreto se destaca com 25% das intenções, seguido por Randolfe Rodrigues, que tem 16%, e Rayssa Furlan, com 12%. Alliny Serrão conta com 11%, enquanto Acácio Favacho registra 9%.
A pesquisa também investigou o nível de conhecimento e a intenção de voto em cada candidato. João Capiberibe (PSB) apresentou o maior índice de rejeição, com 60% dos entrevistados afirmando que não votariam nele. Randolfe Rodrigues segue com 51% de rejeição, Acácio Favacho com 46%, Alliny Serrão com 41% e Lucas Barreto com 35%. Rayssa Furlan tem 21% dos eleitores que afirmam conhecê-la e não votariam nela.